03Jun
Rituais fúnebres no cemitério

Descubra a origem de 4 rituais fúnebres nesse artigo!

Você já se questionou sobre a origem de alguns rituais fúnebres? Neste artigo, a Funerária Santa Casa 24h esclarece a origem de 4 deles. Tem curiosidade sobre o tema e deseja conhecê-los a fundo? Prossiga a leitura!

Descubra a origem de alguns rituais fúnebres!

No Brasil, os rituais fúnebres são praticados para simbolizar a partida de pessoas que são importantes para nós. Em vista disso, podemos dizer que todos os atos que compõem o conjunto desses rituais são decorrentes das influências acrescentadas à cultura na qual estamos submetidos. Na sequência, veja a origem de alguns desses rituais!

1- Preto como a cor do luto

Quando fala-se em falecimento de alguém, uma das primeiras lembranças é a cor preta. Isso porque essa cor, em nossa cultura, representa o luto e respeito que sentimos.

A origem do uso da cor preta como representação do luto encontra-se no período gótico, da Idade Média. Naquela época a morte por torturas ou doenças graves era comum. Dessa forma, a sociedade utilizava-se do preto para representar a escuridão daquele tempo.

O uso da cor preta para representar o luto, no entanto, não é comum em todas as regiões do planeta. É possível encontrar o uso do vermelho, amarelo, roxo, azul e até mesmo branco para simbolizar o sentimento. Diferentes cores são atreladas ao luto em outros países ou regiões.

2- Enterro

A prática de enterrar pessoas falecidas surgiu há muito tempo. Pesquisadores descobriram cemitérios estimados em 60000 a.C. Assim, estima-se que o ato de enterrar humanos e animais mortos surgiu nesse período. O motivo especulado é a proteção dos corpos. Isso porque aqueles em estado de putrefação atraem animais. Desse jeito, enterrar é um dos rituais fúnebres que visa o descanso do morto.

3- Velório

Na Idade Média utilizavam-se utensílios domésticos feitos de estanho. Aqueles que tinham uma grande diversidade de copos, então, utilizava-os para ingerir bebidas alcoólicas. No entanto, acreditava-se que a junção do estanho com o álcool era prejudicial à saúde humana. Existia a crença de que a mistura causava distúrbio de sono.

Logo, quando alguém morria era necessário certificar-se de que esta pessoa realmente havia falecido. A preocupação era de sepultar um indivíduo ainda vivo. Desse jeito, tinha-se o costume de a família botar o corpo do falecido sobre uma mesa e vigiá-lo por pelo menos 24 horas. Dessa forma, tinha-se a certeza de que a pessoa estaria morta.

Como na época não existia luz, a família ficava à luz de velas. Apenas assim era possível vigiar o corpo do falecido durante a noite. A partir desse momento surgiu, então, o ato de velar. Ou seja, vigiar à luz de velas. Dessa maneira, o velório foi criado como um dos rituais fúnebres.

4- Coroa de flores

Há séculos atrás, os velórios ocorriam dentro de casa. Quem fosse participar, então, levava maços de flores para o funeral e dava-os para a família do falecido. O ato representava condolência. Depois, os velórios passaram a ser realizados em cemitérios, entre outros locais. Com isso, nem todos compareciam ao funeral. Assim, para demonstrar o sentimento, enviavam flores junto com um cartão de pesar.

Já o formato circular da coroa de flores surgiu na Grécia e Roma Antiga. O formato representava a infinitude. Dessa forma, a coroa de flores demonstrava que a memória da pessoa falecida não iria embora junto com ela. O presente era dado como forma de demonstrar para a família que aquela pessoa não seria esquecida e que estaria sempre viva entre amigos e familiares.

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